As convenções vivem no projeto
Um projeto gerado carrega uma pasta .prumo/. É por isso que o Prumo não é um scaffolder: o código chega com as regras que segue, escritas, no repositório onde o trabalho acontece.
Nove áreas, e só as que se aplicam
Só core vai sem condição, porque tudo nela é verdade em todo tipo. O resto segue as respostas, já que conselho sobre uma plataforma que o projeto não tem é pior que conselho nenhum.
- core/Sempre
- api/Só quando as respostas pedem
- database/Só quando as respostas pedem
- client/Só quando as respostas pedem
- web/Só quando as respostas pedem
- mobile/Só quando as respostas pedem
- site/Só quando as respostas pedem
- monorepo/Só quando as respostas pedem
- multi-tenancy/Só quando as respostas pedem
Não amarrado a um assistente
O .prumo/ é a fonte única da verdade e permanece neutro. O gerador escreve o arquivo de entrada que cada ferramenta carrega, e nada além disso: o AGENTS.md é o ponteiro de verdade, lido por Codex, Cursor, Copilot, Gemini CLI e outros, e o CLAUDE.md é um import dele. Sem skills, subagentes ou slash commands gerados, porque isso muda a cada trimestre.
Depois disso, são seus
Uma vez escritos, esses documentos pertencem ao time. O Prumo não volta para reescrevê-los. Atualizar o .prumo/ de um projeto no lugar ficou deliberadamente para depois do 1.0.